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sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Não importa o quanto você gosta de uma pessoa. Não importa o esforço ao qual você se dedica. Ou quantas vezes você quis dormir. Talvez não importa nem as vezes que você discou o número de telefone e desligou. Ou quantas vezes você quis gritar. Chorar. Sorrir. Não. Isso não importa. Os erros que você cometeu. O olhar que você lançou. As palavras que pronunciou. Nada disso importa. Talvez nada disso nunca importou. O que você leva no peito é seu. Só seu. Porque por mais que você queira gritar, chorar, sorrir. Por mais que cometa erros, que olhe, que disque o número e desligue, que se esforce e que ame, às vezes é necessário saber que nada disso importa, porque nada disso vai fazer com seja recíproco. É algo com o qual temos que conviver. Você, ele, inclusive eu.

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