Não era porque minha alma se debatia. Era porque eu já não sentia mais meu coração pulsar. De todas as dores, a única que fazia parte, era aquela. De todas as rotinas... era a única que eu não conseguia me adaptar. Porque a indiferença me incomodava. Porque as lágrimas haviam secado. Porque o mundo ainda era mundo e porque não existia razão para desespero. Nem para agonia. Havia sim, para sentar na varanda e perceber. Internalizar mais. Sem explicações. Sem lágrimas. Assim por assim. Por assim...
Marina Borges de Carvalho
domingo, 25 de outubro de 2009
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amoreca,
ResponderExcluirBom isso, né? Purifica e nos deixa com um sentimento de vida. Só a arte e a filosofia nos salva.
beijo grande
Alcina